Quem não gostaria de ter um iate luxuoso aonde pudesse receber
amigos para festas de sonho e singrar pelos mares do mundo sem pensar em leão
da receita, black blocs e violência das ruas? É simples: basta comprar o iate e
depois pagá-lo. Imaginar que possa cair do céu a sonhada embarcação recomenda
imediata internação.
Vale
para estádio de futebol. O Grêmio associou-se a uma empreiteira para construir
uma das melhores arenas do continente. O sócio levantou a obra, fez a sua
parte, e agora restou para o Grêmio pagar a conta. Assim mesmo, simples. Se a
forma de pagamento não foi bem planejada, o problema não é da OAS. Acontece que
para pagar o que deve, o Grêmio compromete a parte do leão das suas receitas,
mesmo que Fábio Koff tenha cortado pela metade o custo de pessoal.
A
conta é simples: o que resta da arrecadação mensal do Grêmio, não paga a folha
de pagamentos. É indispensável, portanto, que o clube busque outras
arrecadações e o que resta são os direitos econômicos de jogadores.
Com
as vendas de Wendell, Bressan e Ramiro, parte dos seus direitos econômicos, o
Grêmio garante dinheiro para pagar os seus funcionários por mais cinco ou seis
meses. Terminado este período, será necessário fazer outra(s) venda(s). É a
realidade que acompanhará o Grêmio nos próximos anos.
Fonte: Blog do Wianey Carlet

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