quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Votar com maturidade - Por Carlos Staczewski

Chega ao fim o processo da propaganda política, onde tivemos oportunidade de ver, analisar, discutir e procurar dentro do óbvio os futuros representantes no legislativo e executivo, com o poder do nosso voto, que é a sentença final do candidato que está sob a regência de nossa consciência.
Todos os candidatos tiveram a oportunidade de mostrar dentro do seu tempo, as suas propostas, com o consenso de alguns e distúrbios de outros, que querendo acrescentar suas análises acabaram se exaltando. O que é normal dentro de um processo onde a democracia impera e a conquista da confiança do eleitor muitas vezes se mostra pela bravura e valentia no colocar a sua opinião, onde tudo é válido.
Tudo é válido, desde que não façamos deste processo, uma barganha de interesses particulares, porque um cargo de prefeito ou vereador é sempre um cargo universal, onde depois de eleito o que se exige é que todos trabalhem em função do município, obedecendo ao orçamento e as verbas destinadas aos setores e secretarias que convém cada parcela deste orçamento.
É preciso saber votar com maturidade e não por compra de valores: morais, econômicos, ou pelo desmando de promessas de cargos e funções dentro deste jogo do querer conquistar o voto a qualquer custo. Voto é coisa sagrada, que deve partir da minha análise, para eu poder certificar-me do que foi e será o candidato como pessoa no trabalho que exerceu, pela honestidade, e como cidadão integra dentro da comunidade ou família, pelo qual eu possa ser uma pessoa feliz em estar depositando minha confiança em alguém que estará cuidando do município por quatro anos.
Que todos nós possamos ter uma boa eleição. Sem violência, nem ofensas, que a parte vitoriosa comemore sem querer se exaltar, mas sobre tudo que saiba ser feliz. E que a partir do dia primeiro de janeiro, assuma com o P da participação de todos, com uma só universalização de idéias, pelo bem comum. E que os derrotados aceitem sem quere agredir o vitorioso. Mas, sobretudo que haja paz e possamos todos saudar a festa da democracia, e que Deus ilumine a todos nós.

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