Parece que ficou no passado os feitos dos times pequenos na Copa do Brasil. A epoca em que derrubavam os grandes já era. Pelo menos é isso que temos visto a cada rodada da competição. Começou a aparecer quem vai dar as cartas. Times de tradição, como Atlético Mineiro, São Paulo, Palmeiras podem até não jogar grandes partidas, praticar um futebol de encher os olhos, mas têm seguido à risca a cartilha do torneio. O importante é ir encorpando, crescendo jogo a jogo, até se verem frente a frente com algum outro gigante.
É mais ou menos o que ocorre na Copa Libertadores também, só que ai com algumas surpresas. Entre elas o baixo rendimento das equipes uruguaias, como Nacional e Peñarol, ocorrendo o mesmo com o Chivas Guadalajara, do México. Sem saber detalhes, me parece que foram equipes que não conseguiram decolar na competição e morreram logo nesta fase preliminar. Diferentemente dos argentinos Velez Sarsfield, Lanús e Boca Juniors, que têm bons números e vão em frente. O Boca mandou um alerta geral, ao ganhar do Fluminense em pleno Rio de Janeiro quarta-feira, 11 de abril. Está bem vivo, como manda a tradição.
Há um ponto em comum nas duas competições que pode ser decisivo: a definição dos confrontos das fases seguintes. Basta ver que tem times que rendem mais jogando fora de casa. Outros, usam o fator local como peça fundamental. E neste caso tem a peculiaridade de alguns estádios estarem fora de rota, devido aos preparativos para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Detalhes tão pequenos que na hora da decisão ficam enormes.
No céu: O cronista esportivo Cláudio Cabral nos deixou, mas jamais será esquecido. Um abraço de conforto à família.
Fonte: Artigo escrito por Celso Juarez Roth

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