Ex-presidentes do Grêmio falam sobre o embate Paulo Odone x Fábio Koff
Não será uma campanha eleitoral a mais. Será “a” campanha. Talvez estejamos diante da maior disputa da história do Grêmio. Por ser às vésperas da inauguração da Arena, pelo fato de o time disputar título, pela capacidade de mobilização de Koff e Odone. Existe risco deste barulho entrar no vestiário e atrapalhar a boa campanha? Com a palavra, quatro ex-presidentes, acostumados às agruras de seus adversários:
Duda Kroeff
“Jogador não dá bola para isso. Eles querem saber mais é do bicho. Só se der uma grande confusão, uma brigalhada na eleição. Além do mais, o Luxemburgo saberá lidar com isso no vestiário. Uma boa providência dos dirigentes seria não tocar no assunto dentro do vestiário”
José Alberto Guerreiro
“Politicamente, não. Mas alguns jogadores podem ser influenciados pela insegurança em relação ao seu futuro, bem como os funcionários. Uma vitória de Koff pode mudar o comando do futebol, interferindo em acertos já firmados. É um sentimento normal do ser humano.”
Flávio Obino
“Vivi situações assim a vida toda na política do Grêmio e creio que não interfere. No passado, talvez sim, quando os jogadores tinham mais envolvimento com o clube. Agora, com o profissionalismo, não creio.”
Luiz Carlos Silveira Martins
“Não, de maneira alguma. Eu era vice de futebol e candidato a presidente em 1996, com a oposição de bloco na rua, e fui campeão brasileiro. Verdade que não fiz campanha, mirando apenas a reta final do Brasileirão, mas a política não chegou ao vestiário. Jogador não se preocupa com isso. Não acho que a eleição vai interferir.”
Fonte: Texto/matéria produzido(a) por Diogo Oliver - blog No Ataque
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